Desperta seu sorriso saudável

Como foi sua alimentação no último ano? Andou comendo alimentos naturais? Topa uma salada aí?! Não precisa ser especialista em nutrição para saber da grande influência que uma boa alimentação tem sobre a saúde das pessoas e o controle de algumas doenças. 



Inserindo frutas e leguminosas no cardápio diário é possível se alimentar bem e manter uma dieta balanceada. Mas com a pressa e agitação do dia a dia muitas vezes escolhemos algo rápido e prático, o que pode ocasionar em uma alimentação inadequada e calórica.



Tanto no Brasil como em outros países, o crescimento do número de aplicativos de comida e delivery estão ficando cada vez mais acessíveis e populares nas capitais. No entanto, o sobrepeso e a obesidade estão apresentando-se como os principais problemas de saúde recorrentes em cidades desenvolvidas economicamente.



ESCOLHA BEM



Aplicativos como Ifood, Rappi e UberEats estão à disposição do cliente a qualquer hora do dia. Em segundos e com alguns toques sob a tela do celular, você tem um menu e pode escolher do seu café da manhã ao jantar. Recebendo descontos e cupons para ajudar a consumir os produtos, somos seduzidos pelas mais variadas formas de cardápios e pela economia oferecida pelos aplicativos.



No entanto, a qualidade alimentar da população vem se perdendo nos mais belos e apetitosos cardápios ocasionando cerca de dois bilhões de pessoas a ganharem peso. Segundo o relatório da Organização das Nações Unidas, 40 milhões estão acima do peso, entre crianças e adolescentes em idade escolar, o sobrepeso atinge cerca de 338 milhões, enquanto os adultos obesos são cerca de 672 milhões, indicando que a cada oito indivíduos adultos, um apresenta obesidade.



De acordo com uma pesquisa realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, a taxa de obesidade no Brasil cresceu 67% passando de 11,8% para 19,8%, entre os períodos de 2006 a 2018. Os problemas que os brasileiros andam tendo com a balança está sendo desencadeado pelo consumo elevado de alimentos industrializados com alto teor de gordura e açúcar.



Para a Nutricionista Rafaela Andrade, essa transição nutricional é ocasionada aos valores atribuídos a modernidade sendo uma passagem história da desnutrição para a obesidade. “Os alimentos industrializados, que são ricos em gorduras e açúcares, se tornaram preferência no dia a dia da população. A falta de tempo, os valores, a praticidade, a acessibilidade, o contexto social, são alguns dos motivos que estão relacionados a essa mudança de contexto e a preferência alimentar”, explica Rafaela.



Ligada ao sedentarismo e os maus hábitos alimentares, confira abaixo algumas doenças associadas ao sobrepeso:



-Hipertensão: É um dos principais problemas que afeta cerca de um terço da população e mata anualmente 9,4 milhões de pessoas em todo o mundo. Perder peso permite reduzir os níveis de açúcar e das gorduras no sangue, além de fazer aumentar o colesterol bom, cuja ação melhora a circulação.



-Diabetes: A genética também entra na cota de responsabilidade, mas logo a seguir surge a obesidade como principal causa da diabetes tipo II, o tipo mais frequente e que começa a surgir em idades…

TURBINE UMA BOA ALIMENTAÇÃO E SEJA FELIZ

Como foi sua alimentação no último ano? Andou comendo alimentos naturais? Topa uma salada aí?! Não precisa ser especialista em nutrição para saber da grande influência que uma boa alimentação tem sobre a saúde das pessoas e o controle de algumas doenças.

Inserindo frutas e leguminosas no cardápio diário é possível se alimentar bem e manter uma dieta balanceada. Mas com a pressa e agitação do dia a dia muitas vezes escolhemos algo rápido e prático, o que pode ocasionar em uma alimentação inadequada e calórica.

Tanto no Brasil como em outros países, o crescimento do número de aplicativos de comida e delivery estão ficando cada vez mais acessíveis e populares nas capitais. No entanto, o sobrepeso e a obesidade estão apresentando-se como os principais problemas de saúde recorrentes em cidades desenvolvidas economicamente.

ESCOLHA BEM

Aplicativos como Ifood, Rappi e UberEats estão à disposição do cliente a qualquer hora do dia. Em segundos e com alguns toques sob a tela do celular, você tem um menu e pode escolher do seu café da manhã ao jantar. Recebendo descontos e cupons para ajudar a consumir os produtos, somos seduzidos pelas mais variadas formas de cardápios e pela economia oferecida pelos aplicativos.

No entanto, a qualidade alimentar da população vem se perdendo nos mais belos e apetitosos cardápios ocasionando cerca de dois bilhões de pessoas a ganharem peso. Segundo o relatório da Organização das Nações Unidas, 40 milhões estão acima do peso, entre crianças e adolescentes em idade escolar, o sobrepeso atinge cerca de 338 milhões, enquanto os adultos obesos são cerca de 672 milhões, indicando que a cada oito indivíduos adultos, um apresenta obesidade.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, a taxa de obesidade no Brasil cresceu 67% passando de 11,8% para 19,8%, entre os períodos de 2006 a 2018. Os problemas que os brasileiros andam tendo com a balança está sendo desencadeado pelo consumo elevado de alimentos industrializados com alto teor de gordura e açúcar.

Para a Nutricionista Rafaela Andrade, essa transição nutricional é ocasionada aos valores atribuídos a modernidade sendo uma passagem história da desnutrição para a obesidade. “Os alimentos industrializados, que são ricos em gorduras e açúcares, se tornaram preferência no dia a dia da população. A falta de tempo, os valores, a praticidade, a acessibilidade, o contexto social, são alguns dos motivos que estão relacionados a essa mudança de contexto e a preferência alimentar”, explica Rafaela.

Ligada ao sedentarismo e os maus hábitos alimentares, confira abaixo algumas doenças associadas ao sobrepeso:

-Hipertensão: É um dos principais problemas que afeta cerca de um terço da população e mata anualmente 9,4 milhões de pessoas em todo o mundo. Perder peso permite reduzir os níveis de açúcar e das gorduras no sangue, além de fazer aumentar o colesterol bom, cuja ação melhora a circulação.

-Diabetes: A genética também entra na cota de responsabilidade, mas logo a seguir surge a obesidade como principal causa da diabetes tipo II, o tipo mais frequente e que começa a surgir em idades cada vez mais precoces. O acúmulo de tecido adiposo, principalmente na região abdominal, altera o funcionamento das células na transformação da glicose em energia e leva uma condição conhecida como resistência à insulina.

-Asma: Apesar das causas da asma não serem totalmente conhecidas, sabe-se que a reação inflamatória provocada pela leptina, uma substância produzida pelo tecido adiposo, tal como elevados níveis de colesterol, aumentam o risco de asma e de síndromes respiratórias.

-Apneia do sono: Este é um problema grave porque resulta numa excessiva sonolência diurna, capaz de perturbar a capacidade de raciocínio e avaliação, o que aumenta o risco de acidentes de viação ou de trabalho. Isto acontece porque as vias respiratórias superiores sofrem colapsos intermitentes durante a noite, superiores a 10 segundos, que provocam mini-despertares e desequilibram os níveis de oxigênio no sangue.

-Cranco: O excesso de peso e a obesidade são responsáveis por meio milhão de novos casos de cancro por ano. Não se sabe com rigor por que razão o tecido adiposo favorece o desenvolvimento de tumores mas, de acordo com o American Institute for Cancer Research (AICR), a obesidade é um importante fator de risco, sobretudo nos cancros do endométrio, esófago e pâncreas.

-”Fígado gordo”: Uma das complicações associadas à obesidade é a esteatose, também chamada “doença hepática gordurosa não-alcoólica” quando surge sem resultar de um exagerado consumo de álcool. O interior das células do órgão é infiltrado por partículas microscópicas de gordura. Não existe medicação para a esteatose e, em cerca de 20% dos casos, o problema evoluiu para cirrose hepática.

FIQUE ALERTA

Considerado fator de risco para o desenvolvimento de diferentes doenças crônicas, a obesidade requer uma atenção especial em um país em que mais de metade da população tem excesso de peso.

O artigo científico Health Education Research, elaborado pela Oxford Academic, diz que as preferências por comidas saudáveis, como frutas e vegetais, não beneficiam exclusivamente o corpo físico mas juntamente a saúde mental, funcionando como um investimento a longo prazo. “Eating Happiness” ou Comendo Felicidade, é o termo que eles se referem a uma boa alimentação e a felicidade que ela traz, como o alívio do estresse e o mau humor.

VAI UMA SALADA DE FRUTA, AÍ?

Foi comprovado que consumir cinco porções de frutas, hortaliças e legumes por dia turbina a saúde e melhora o bem estar. Mude suas práticas alimentares e tenha outro estilo de vida.

Adicionar à rotina uma maçã ou algumas folhas de alface, por exemplo, faz a incidência de doenças por diversas causas, sobretudo as cardiovasculares, baixarem em média 5%, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O efeito de uma boa alimentação sobre o corpo ajuda a reduzir os sintomas das doenças crônicas associadas ao sobrepeso, incluindo problemas cardíacos, câncer e cáries.

Mas se você ainda não tem tempo e gostaria de continuar pedindo comida diariamente, tudo bem. Só que dessa vez que tal escolher algo saudável e leve? É possível fazer dietas simples e selecioná-las a partir do seu gosto. Para ajudar a emagrecer ou manter o peso em dia, é necessário incluir a prática de atividade física de forma regular e que aumentem o metabolismo.

Veja alguns passos para uma alimentação saudável de acordo com o Ministério da Saúde brasileiro:

  1. Aumente e varie o consumo de frutas, legumes e verduras. Coma-os cinco vezes por dia;
  2. Coma feijão pelo menos uma vez por dia, no mínimo quatro vezes por semana;
  3. Reduza o consumo de alimentos gordurosos, como carnes com gordura aparente, salsicha, mortadela, frituras e salgadinhos, para no máximo uma vez por semana;
  4. Reduza o consumo de sal. Tire o saleiro da mesa;
  5. Faça pelo menos três refeições e um lanche por dia. Não pule as refeições;
  6. Reduza o consumo de doces, bolos, biscoitos e outros alimentos ricos em açúcar para no máximo duas vezes por semana;
  7. Reduza o consumo de álcool e refrigerantes;
  8. Aprecie sua refeição. Coma devagar;
  9. Mantenha seu peso dentro de limites saudáveis;
  10. Seja ativo. Acumule trinta minutos de atividade física todos os dias. Caminhe pelo seu bairro. Suba escadas. Não passe muitas horas assistindo TV.

Agora que você já está sabendo de tudo, se reeduque e aproveita para envolver toda família na hora de preparar as refeições e deixa-lás ainda mais saudáveis.

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