Desperta seu sorriso saudável

Nunca precisamos tanto, uns dos outros, como agora. Há tempos a humanidade estava na UTI, com a saúde abaladíssima. Era um pedido de socorro. Mas a imensa maioria fez questão de não escutar. Havia várias outras preocupações: grana, sucesso, status, “dar certo da vida”. Mas o que seria “dar certo na vida”. A chegada da pandemia do Coronavírus chacoalhou o planeta, as pessoas, as relações e aquela velha opinião formada sobre tudo. E muito do que achávamos essencial pra nossa felicidade, passou a ser secundário. Cuidar da saúde mental virou a bola da vez. Do contrário, a saúde física não resiste. E agora estamos todos tentando entender tudo que tá acontecendo e fazer esse novo normal ser novo, realmente.

Viver em sociedade não é pra amadores. Interagir com pessoas, concordar, discordar, defender, criticar, receber críticas, dar ideia, desconstruir pensamentos, são coisas que demandam muito mais que tempo. Demanda compaixão, amor, a tão falada empatia e conhecimento do real sentido desse sentimento de “humanidade”. Quem pode, e entendeu rápido a gravidade dessa doença, ficou em casa, se protegendo do vírus. Mas, infelizmente, muita gente acabou se isolando, também, das pessoas. E aí é que entra a desconstrução que citei lá em cima.

Um abraço, um beijo, um cafuné é sempre muito bem-vindo e necessário pra despertar o sorriso de quem dá e recebe. O bem-estar passa pelas sensações de carinho que vivenciamos. Mas aí sua mãe tem 70 anos, sua avó, hipertensa, de 87  anos, mora com você e agora? De repente “prova de amor’ virou “ficar longe”. Mas ficar longe significa se afastar apenas fisicamente, sabia? O amor pode se manifestar de milhares de formas. E a gente precisa reaprender isso também. Que tal cartazes?  Cartas por debaixo da porta? Conversas pela janela, com dois metros de distância. O afeto é criativo. Deixe ele ser, existir.

Pra quem mora longe de quem ama, a tecnologia virou melhor amiga. Teve gente se rendendo a computadores ou smartphones pra ouvir a vozinha do neto dizendo: “vovó, te amo e to morrendo de saudade”. E assim o que era absoluto virou relativo. Pois todos os estudos mostram que as redes sociais e aplicativos estavam separando as pessoas. E estavam mesmo. A tecnologia estava afastando quem tava perto e aproximando quem tava longe. Quantas vezes, na volta pra casa depois do trabalho, você sentou no sofá com marido/esposa, filhos, parentes e trocou o sorriso com eles pelo whatsapp com amigos ou colegas de trabalho? Ou então preferiu atualizar o instagram, a exercitar o amor, atualizar os assuntos e matar a saudade de 12 horas longe? É, a gente estava sendo engolido. E vamos continuar a ser, caso essa pandemia não consiga nos ensinar nada.

O isolamento está sendo flexibilizado, algumas atividades retomadas, mas passamos quase três meses vivendo 24 horas juntos, nos dividindo entre tarefas de casa, aulas online e home office. E, mais uma vez, você viu que suas verdades absolutas caíram por terra. Quantas vezes tudo que você queria era mais tempo pra casa, filhos, relacionamentos?…

A saúde nos pediu pra afastar do vírus, jamais do sorriso das pessoas

Nunca precisamos tanto, uns dos outros, como agora. Há tempos a humanidade estava na UTI, com a saúde abaladíssima. Era um pedido de socorro. Mas a imensa maioria fez questão de não escutar. Havia várias outras preocupações: grana, sucesso, status, “dar certo da vida”. Mas o que seria “dar certo na vida”. A chegada da pandemia do Coronavírus chacoalhou o planeta, as pessoas, as relações e aquela velha opinião formada sobre tudo. E muito do que achávamos essencial pra nossa felicidade, passou a ser secundário. Cuidar da saúde mental virou a bola da vez. Do contrário, a saúde física não resiste. E agora estamos todos tentando entender tudo que tá acontecendo e fazer esse novo normal ser novo, realmente.

Viver em sociedade não é pra amadores. Interagir com pessoas, concordar, discordar, defender, criticar, receber críticas, dar ideia, desconstruir pensamentos, são coisas que demandam muito mais que tempo. Demanda compaixão, amor, a tão falada empatia e conhecimento do real sentido desse sentimento de “humanidade”. Quem pode, e entendeu rápido a gravidade dessa doença, ficou em casa, se protegendo do vírus. Mas, infelizmente, muita gente acabou se isolando, também, das pessoas. E aí é que entra a desconstrução que citei lá em cima.

Um abraço, um beijo, um cafuné é sempre muito bem-vindo e necessário pra despertar o sorriso de quem dá e recebe. O bem-estar passa pelas sensações de carinho que vivenciamos. Mas aí sua mãe tem 70 anos, sua avó, hipertensa, de 87  anos, mora com você e agora? De repente “prova de amor’ virou “ficar longe”. Mas ficar longe significa se afastar apenas fisicamente, sabia? O amor pode se manifestar de milhares de formas. E a gente precisa reaprender isso também. Que tal cartazes?  Cartas por debaixo da porta? Conversas pela janela, com dois metros de distância. O afeto é criativo. Deixe ele ser, existir.

Pra quem mora longe de quem ama, a tecnologia virou melhor amiga. Teve gente se rendendo a computadores ou smartphones pra ouvir a vozinha do neto dizendo: “vovó, te amo e to morrendo de saudade”. E assim o que era absoluto virou relativo. Pois todos os estudos mostram que as redes sociais e aplicativos estavam separando as pessoas. E estavam mesmo. A tecnologia estava afastando quem tava perto e aproximando quem tava longe. Quantas vezes, na volta pra casa depois do trabalho, você sentou no sofá com marido/esposa, filhos, parentes e trocou o sorriso com eles pelo whatsapp com amigos ou colegas de trabalho? Ou então preferiu atualizar o instagram, a exercitar o amor, atualizar os assuntos e matar a saudade de 12 horas longe? É, a gente estava sendo engolido. E vamos continuar a ser, caso essa pandemia não consiga nos ensinar nada.

O isolamento está sendo flexibilizado, algumas atividades retomadas, mas passamos quase três meses vivendo 24 horas juntos, nos dividindo entre tarefas de casa, aulas online e home office. E, mais uma vez, você viu que suas verdades absolutas caíram por terra. Quantas vezes tudo que você queria era mais tempo pra casa, filhos, relacionamentos? Agora você teve, apesar dessas atividades, e o que aconteceu? Muita gente surtou, sem saber como lidar com tanto tempo junto.

O fato é que tivemos que atualizar todas as configurações de afeto, convivência, vida em família e em sociedade. Buscar a criatividade pra demonstrar o quanto aquela pessoa é importante pra você, sem expor ninguém a risco, nem você mesmo, é fundamental nesses novos tempos. Houve gente fazendo traquitana do abraço. Aqueles plástico colocados nas portas pra chegar perto da família. Teve também quem se fantasiasse pra ver os filhos. E você, o que fez pra demonstrar o seu amor a sua gente? E o que você fará daqui pra frente pro bem-estar de todo mundo, pra compartilhar sorrisos com segurança? Pensa nisso. Esse novo normal não vai ser fácil, mas é na crise que se cresce, né verdade? Então vamos com coragem, criatividade e uma dose reforçada de empatia, amor e compaixão. A gente consegue.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.