Desperta seu sorriso saudável

Com toda certeza você já cansou de ouvir a expressão: fakenews. Virou uma grande febre mundial, infelizmente. Mas você sabe exatamente o que são fakenews? E o que você faz pra checar as informações que recebe pelo celular ou vê nas redes sociais? Puxa a cadeira e bora bater esse papo comigo.

Sabe aqueles prints só com manchetes de supostas matérias, ou até com links que levam pra um portal que só fala de uma pessoa ou tema? Tem também imagens da tela da rede social de alguém que teria dito algo polêmico, ou até mesmo fotos, áudios e vídeos que a gente recebe por whatsapp de pessoas que confiamos e, por isso, a gente acaba acreditando de cara. Enfim, as mensagens mentirosas se apresentam de várias formas e estão cada vez mais elaboradas e persuasivas. Você precisa estar muito atento pra não cair nessa farsa.

Notícias falsas existem desde que o mundo é mundo. Mas dos últimos três, quatro anos pra cá, tudo ficou muito, muito, muito pior. Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) constatou que notícias consideradas falsas têm 70% mais chances de se espalhar do que textos verdadeiros (fonte da pesquisa abaixo). Olha isso! Então deixa eu explicar como acontece todo o processo de criação das notícias mentirosas.

Há, hoje, empresas especializadas em criar fakenews. Uma galera que entende muito de tecnologia inventa os conteúdos e programa robôs pra disparar em grande massa pelas redes e whatsapp. Pronto. Você começa ver a mesma mensagem em vários lugares e já começa a achar que é verdade. As notícias falsas podem vir da edição de um vídeo onde alguém está falando sobre um tema e as editores vão cortando as falas e reorganizando de forma que vira outro discurso completamente diferente. Tinha até um programa na TV que fazia isso direto com trechos de novelas, lembra? Era o VídeoShow. Eles iam juntando falas de diferentes personagens pra criar um diálogo engraçado e parecer que eles estavam mesmo conversando. Só que o que era pra ser usado apenas nesse contexto, virou uma mania mundial pra comprometer reputações e atingir objetivos até criminosos.

Quanto aos prints que a gente recebe no whastsapp, mesmo quando vêm com link pra você ir até o portal ler a matéria e parecer verdade, você deve investigar antes de acreditar e/ou compartilhar com amigos e família. Quando for somente uma imagem com uma suposta manchete, desconfie. Bote no Google aquele conteúdo e leia tudo que encontrar sobre ele. Se estiver em vários lugares e veículos muito conhecidos, a probabilidade de ser verdade é grande. Mas se estiver em apenas um lugar e, navegando por esse lugar, você só encontra matérias com temas parecidos, sempre elogiando alguém e denegrindo outra, hum…. desconfie. Pensa comigo: se uma notícia é tão bombástica assim, como é que vai estar em apenas um lugar? Mesmo que algum jornalista tenha dado um furo de reportagem, ainda assim, na hora que é divulgado aquele conteúdo, toda a imprensa replica. Fique atento a isso.

Mas…

Combater fakenews é ótima alternativa pra preservar a saúde física e mental

Com toda certeza você já cansou de ouvir a expressão: fakenews. Virou uma grande febre mundial, infelizmente. Mas você sabe exatamente o que são fakenews? E o que você faz pra checar as informações que recebe pelo celular ou vê nas redes sociais? Puxa a cadeira e bora bater esse papo comigo.

Sabe aqueles prints só com manchetes de supostas matérias, ou até com links que levam pra um portal que só fala de uma pessoa ou tema? Tem também imagens da tela da rede social de alguém que teria dito algo polêmico, ou até mesmo fotos, áudios e vídeos que a gente recebe por whatsapp de pessoas que confiamos e, por isso, a gente acaba acreditando de cara. Enfim, as mensagens mentirosas se apresentam de várias formas e estão cada vez mais elaboradas e persuasivas. Você precisa estar muito atento pra não cair nessa farsa.

Notícias falsas existem desde que o mundo é mundo. Mas dos últimos três, quatro anos pra cá, tudo ficou muito, muito, muito pior. Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) constatou que notícias consideradas falsas têm 70% mais chances de se espalhar do que textos verdadeiros (fonte da pesquisa abaixo). Olha isso! Então deixa eu explicar como acontece todo o processo de criação das notícias mentirosas.

Há, hoje, empresas especializadas em criar fakenews. Uma galera que entende muito de tecnologia inventa os conteúdos e programa robôs pra disparar em grande massa pelas redes e whatsapp. Pronto. Você começa ver a mesma mensagem em vários lugares e já começa a achar que é verdade. As notícias falsas podem vir da edição de um vídeo onde alguém está falando sobre um tema e as editores vão cortando as falas e reorganizando de forma que vira outro discurso completamente diferente. Tinha até um programa na TV que fazia isso direto com trechos de novelas, lembra? Era o VídeoShow. Eles iam juntando falas de diferentes personagens pra criar um diálogo engraçado e parecer que eles estavam mesmo conversando. Só que o que era pra ser usado apenas nesse contexto, virou uma mania mundial pra comprometer reputações e atingir objetivos até criminosos.

Quanto aos prints que a gente recebe no whastsapp, mesmo quando vêm com link pra você ir até o portal ler a matéria e parecer verdade, você deve investigar antes de acreditar e/ou compartilhar com amigos e família. Quando for somente uma imagem com uma suposta manchete, desconfie. Bote no Google aquele conteúdo e leia tudo que encontrar sobre ele. Se estiver em vários lugares e veículos muito conhecidos, a probabilidade de ser verdade é grande. Mas se estiver em apenas um lugar e, navegando por esse lugar, você só encontra matérias com temas parecidos, sempre elogiando alguém e denegrindo outra, hum…. desconfie. Pensa comigo: se uma notícia é tão bombástica assim, como é que vai estar em apenas um lugar? Mesmo que algum jornalista tenha dado um furo de reportagem, ainda assim, na hora que é divulgado aquele conteúdo, toda a imprensa replica. Fique atento a isso.

Mas ainda tem os prints de redes sociais de determinadas pessoas e áudios supostamente vazados de alguém. Esses são os mais complicados. Mas tem como descobrir se é ou não verdade. Basta querer mesmo se informar corretamente. A primeira coisa que você deve fazer quando receber um áudio de alguém falando coisas polêmicas é ir nas redes daquela pessoa. Geralmente há um desmentido sobre isso. Mas se a pessoa não tiver rede social ou você não conseguir encontrar, coloca no Google “áudio de fulano(a) sobre isso e isso”, se já fizer uma hora, pelo menos, que aquele áudio está circulando, já deu tempo das agências de checagem descobrirem a veracidade daquele conteúdo. Então, antes de já disparar, segura a ansiedade, espera uma horinha, faz essa checagem e, se não achar nada que valide ou desminta aquele áudio, melhor ficar pra você. Repito: como algo tão polêmico vai ficar restrito a um áudio, ou um veículo de comunicação, sem nenhuma repercussão? Só levando em consideração isso, você já liga o alerta sobre qualquer conteúdo. É só você lembrar do que acontece quando uma noticia bombástica sai em algum veículo grande. É a reportagem saindo e toda a mídia repercutindo imediatamente. Com uma hora, você coloca aquele tema no Google e ele te mostra vários locais onde aquele tema está repercutindo. A mesma checagem vale pra prints de telas de redes sociais. É só buscar.

Como falei, hoje há um monte de agências sérias de checagem de notícias. Faz uma busca na internet que vários sites, principalmente de tecnologia, dão dicas de como checar as informações. As fakenews já causaram a morte de pessoas. Sem contar os danos à saúde mental das vítimas dessas mentiras. Hoje é possível você colocar a imagem de alguém falando o que você quiser, de maneira tão real, que você jura ser verdade. Tudo isso era pra ser usado pra divertir a gente. Mas, infelizmente, descobriram que dá mais dinheiro fazendo pra prejudicar pessoas e instituições. Precisamos ficar atentos, principalmente no momento de pandemia que estamos enfrentando. É tanta mentira sobre o coronavírus e tudo que envolve a Covid-19 que a gente nem dá conta de checar tudo, né? E é aí que teu bom senso deve prevalecer. Se não conseguiu checar, não compartilha. O fato de ter vindo daquele parente bem legal, não quer dizer que é verdade. Ele também pode ter sido enganado pela fakenews.

Graças ao nosso time de médicos, psicólogos e dentistas, online 24 horas no nosso ClinApp, as fakenews sobre saúde são facilmente desvendadas pelos nossos clientes. Basta acessar o App e clicar em Doutor Clin. Pronto. Você cuida da sua saúde física e mental e ainda ajuda o mundo a ficar melhor informado.

Então é isso. Antes de disparar qualquer conteúdo que você tenha acesso, cheque. Todo mundo perde com as fakenews. Todo mundo. Só informações verdadeiras são capazes de ensinar, educar e esclarecer as pessoas e elas juntas e bem informadas podem mudar as coisas pra construir o tão sonhado mundo melhor.

Fonte da pesquisa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2018-03/pesquisa-noticias-falsas-circulam-70-mais-do-que-verdadeiras-na

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