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Profissionais da área de saúde ficam mais propensos a cair na malha fina
É comum que em abril as pessoas tenham muitas dúvidas sobre o Imposto de Renda. Afinal, em um ano muitas coisas podem acontecer e profissionais de saúde costumam ter muitas fontes de receita – e é por isso que a declaração
do imposto de renda destes profissionais costuma ser mais complexa.



Para evitar que o dentista fique preso na malha fina do Imposto de Renda é preciso que ele esteja atento. É possível estar em dia com o governo e sem o risco de pagar uma multa que pode variar entre 75% e 225% do valor não
declarado à Secretaria da Fazenda. A atenção também para a data de envio da Declaração. Quem não enviar até o dia 30 de abril, terá que pagar R$ 165,74 ou até 20% do imposto devido. Para evitar dor de cabeça, leia algumas dicas
abaixo:
1. Fazer o certificado digital do CPF. Dessa maneira a busca das pendências da Declaração do Imposto de Renda ficam mais fáceis para acompanhamentos futuros;
2. Muita atenção ao fazer o livro caixa: todas as despesas devem ser comprovadas e não deverão ser lançadas ao mesmo tempo na declaração de Pessoa Física e de Pessoa Jurídica. Situações que ocorrem com alguma
frequência em alguns contribuintes;
3. Em muitos casos, o livro caixa reduz o imposto a pagar se feito no programa do governo (Carnê-Leão), que deve ser preenchido mensalmente. Desta forma, facilita para saber o que pode ser deduzido e o que não pode, gerando segurança nas informações.
4. Avaliar a possibilidade de ser criada uma Pessoa Jurídica para recebimento de prestação de serviço. Essa ação, em muitos casos, reduz a tributação na Pessoa Física;
5. Caso os valores declarados no livro caixa como receita, superem os declarados como despesa, acima do limite previsto na tabela do IR vigente, deverá ser recolhido o Carnê-Leão mensal para evitar multa no ajuste anual. É importante lembrar que é obrigatório, para quem recebe de Pessoa Física, o preenchimento do Carnê-Leão Mensal e não somente no ato da declaração do IRPF;
6. Atentar para que os gastos para adquirir bens devem ser compatíveis com o rendimento anual (rendimentos tributados e isentos) e devem suportar o aumento de patrimônio;
7 . Aumentar os valores dos imóveis por meio de notas fiscais de melhoria ocorridas nos mesmos é interessante para reduzir a tributação do ganho de capital no momento de uma possível alienação. Essas NFs também podem ser utilizadas dentro do ano, como despesa no livro caixa, até o montante das receitas mensais do mesmo ano;
8. No caso de ganho em processos judiciais deve-se ficar atento aos lançamentos, pois a malha fiscal tem pegado informações divergentes. Principalmente na questão dos honorários pagos aos advogados pelo ganho da ação;
9. Atentar para as heranças e doações, há limites para não ser tributado. O Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCMD) é um imposto brasileiro de competência dos Estados e do Distrito Federal, que incide quando da transmissão não onerosa de bens ou direitos, tal como ocorre na…

Já fez a sua declaração do Imposto de Renda?

Profissionais da área de saúde ficam mais propensos a cair na malha fina

É comum que em abril as pessoas tenham muitas dúvidas sobre o Imposto de Renda. Afinal, em um ano muitas coisas podem acontecer e profissionais de saúde costumam ter muitas fontes de receita – e é por isso que a declaração
do imposto de renda destes profissionais costuma ser mais complexa.

Para evitar que o dentista fique preso na malha fina do Imposto de Renda é preciso que ele esteja atento. É possível estar em dia com o governo e sem o risco de pagar uma multa que pode variar entre 75% e 225% do valor não
declarado à Secretaria da Fazenda. A atenção também para a data de envio da Declaração. Quem não enviar até o dia 30 de abril, terá que pagar R$ 165,74 ou até 20% do imposto devido. Para evitar dor de cabeça, leia algumas dicas
abaixo:
1. Fazer o certificado digital do CPF. Dessa maneira a busca das pendências da Declaração do Imposto de Renda ficam mais fáceis para acompanhamentos futuros;
2. Muita atenção ao fazer o livro caixa: todas as despesas devem ser comprovadas e não deverão ser lançadas ao mesmo tempo na declaração de Pessoa Física e de Pessoa Jurídica. Situações que ocorrem com alguma
frequência em alguns contribuintes;
3. Em muitos casos, o livro caixa reduz o imposto a pagar se feito no programa do governo (Carnê-Leão), que deve ser preenchido mensalmente. Desta forma, facilita para saber o que pode ser deduzido e o que não pode, gerando segurança nas informações.
4. Avaliar a possibilidade de ser criada uma Pessoa Jurídica para recebimento de prestação de serviço. Essa ação, em muitos casos, reduz a tributação na Pessoa Física;
5. Caso os valores declarados no livro caixa como receita, superem os declarados como despesa, acima do limite previsto na tabela do IR vigente, deverá ser recolhido o Carnê-Leão mensal para evitar multa no ajuste anual. É importante lembrar que é obrigatório, para quem recebe de Pessoa Física, o preenchimento do Carnê-Leão Mensal e não somente no ato da declaração do IRPF;
6. Atentar para que os gastos para adquirir bens devem ser compatíveis com o rendimento anual (rendimentos tributados e isentos) e devem suportar o aumento de patrimônio;
7 . Aumentar os valores dos imóveis por meio de notas fiscais de melhoria ocorridas nos mesmos é interessante para reduzir a tributação do ganho de capital no momento de uma possível alienação. Essas NFs também podem ser utilizadas dentro do ano, como despesa no livro caixa, até o montante das receitas mensais do mesmo ano;
8. No caso de ganho em processos judiciais deve-se ficar atento aos lançamentos, pois a malha fiscal tem pegado informações divergentes. Principalmente na questão dos honorários pagos aos advogados pelo ganho da ação;
9. Atentar para as heranças e doações, há limites para não ser tributado. O Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCMD) é um imposto brasileiro de competência dos Estados e do Distrito Federal, que incide quando da transmissão não onerosa de bens ou direitos, tal como ocorre na herança (causa mortis) ou na doação (inter-vivos);
10. Atentar para a alienação de imóveis, há possibilidades de redução da tributação sobre ganho de capital;
11. Atentar para que as informações e documentações sejam compatíveis com as diversas outras declarações enviadas à receita Federal pelas empresas de cartão de crédito, cartórios de registro de imóveis, imobiliárias e bancos;
12. Uma variação patrimonial muito grande pode atrair a atenção do fisco, por isso deve estar bem amparada na declaração.

 

*Com informações do UOL Economia e do site www.jornalcontabil.com.br

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